sexta-feira, 13 de maio de 2011

Cine Delphos


          Eu que fiz este flyer, para distribuição via e-mail. Abra a imagem e depois amplie, para visualizar melhor os detalhes.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Dry Martini

          "O mais extraordinário de todos os coquetéis. Forte, porém delicado; um aperitivo magnífico e tabém elegante de se ver. Esse único coquetel já inspirou um livro inteiro, Stirred - Not Shaken (Mexido - Nunca Agitado), escrito pelo connesseur John Doxat. Segundo ele, o Dry Martini foi inventado para John D. Rockefeller por um barman chamado Martini, que trabalhava no hotel Knickerbocker de Nova York, em 1910 Originalmente, o coquetel era feito com vermute seco francês, e só mais tarde o vermute da firma italiana Martini & Rossi se tornou um ingrediente favorito dos barmen ao prepará-lo. O fato do coquetel ter o mesmo nome do vermute italiano, portanto, é puramente acidental.
          O Dry Martini é, basicamente, uma mistura de vermute e gim; mas a questão que até hoje cria polêmica entre connaisseurs e barmen é: quanto vermute usar? Em geral, considera-se que a quantidade de vermute deve ser ínfima com relação a de gim." (Guia Internacional do Bar, 1979)
          O Dry Martini que preparei, este da foto, fora feito segundo uma receita presente no livro indicado acima. A receita indicada é a seguinte: "coloca-se quatro doses de vermute num copo para mexer com gelo até a metade; logo que o vermute atingir o fundo do copo, coa-se e joga-se fora o vermute; despeja-se 2 doses de gim para cada coquetel a ser preparado, mexe-se energeticamente por 30 segundos e coa-se para copos de coquetel. Doxat assegura que o vermute que fica nos cubos de gelo é suficiente para estabelecer a proporção de 1 parte de vermute para 11 de gim, que considera ideal. Segundo ele, a proporção máxima aceitável é 1 para 7 de gim, cifra que o connaisseur David Embury acha perfeita."

Two Hearts



          Escolhi o nome deste drinque como Two Hearts porque se percebe nele o sabor delicioso de duas bebidas famosas: a vodka Absolut e o rum Havana Club (Usei um Añejo 7 Años). Para fazer esta bebida, corte um limão taiti em oito partes, coloque em um recipiente para maceração, adicione uma colher de sopa de açucar, macere, como se faz com a caipirinha, adicione uma dose (50ml) de rum, passe tudo para uma coqueteleira, acrescente gelo e bata. Depois, coe para um copo de martini, acrescente cerca de 20ml de Absolut e coloque duas pedras de gelo. Se quiser, pode fazer de forma mais bonita, batendo com gelo picado (e não acrescentando as pedras de gelo ao copo, no final). Como o drinque é muito gostoso e fácil de tomar, pode-se dobrar a quantidade dos ingredientes e colocar tudo em um copo tipo long drink, com bastante gelo. Ou ainda, pode-se adicionar uma meia-lua de limão em cima deste mesmo copo.

           Nesta forma de apresentação, coloquei o dobro de ingredientes e utilizei um copo diferente. No entanto, queria por dois canudinhos, mas não os tinha em casa. Além disso, tinha pouco gelo. O ideal seria ter usado gelo daqueles com furos, que se vendem normalmente, e em uma quantidade tão grande a ponto de alcançar a borda do copo. Aí sim estaria perfeito, na minha opinião.