terça-feira, 3 de maio de 2011

Dry Martini

          "O mais extraordinário de todos os coquetéis. Forte, porém delicado; um aperitivo magnífico e tabém elegante de se ver. Esse único coquetel já inspirou um livro inteiro, Stirred - Not Shaken (Mexido - Nunca Agitado), escrito pelo connesseur John Doxat. Segundo ele, o Dry Martini foi inventado para John D. Rockefeller por um barman chamado Martini, que trabalhava no hotel Knickerbocker de Nova York, em 1910 Originalmente, o coquetel era feito com vermute seco francês, e só mais tarde o vermute da firma italiana Martini & Rossi se tornou um ingrediente favorito dos barmen ao prepará-lo. O fato do coquetel ter o mesmo nome do vermute italiano, portanto, é puramente acidental.
          O Dry Martini é, basicamente, uma mistura de vermute e gim; mas a questão que até hoje cria polêmica entre connaisseurs e barmen é: quanto vermute usar? Em geral, considera-se que a quantidade de vermute deve ser ínfima com relação a de gim." (Guia Internacional do Bar, 1979)
          O Dry Martini que preparei, este da foto, fora feito segundo uma receita presente no livro indicado acima. A receita indicada é a seguinte: "coloca-se quatro doses de vermute num copo para mexer com gelo até a metade; logo que o vermute atingir o fundo do copo, coa-se e joga-se fora o vermute; despeja-se 2 doses de gim para cada coquetel a ser preparado, mexe-se energeticamente por 30 segundos e coa-se para copos de coquetel. Doxat assegura que o vermute que fica nos cubos de gelo é suficiente para estabelecer a proporção de 1 parte de vermute para 11 de gim, que considera ideal. Segundo ele, a proporção máxima aceitável é 1 para 7 de gim, cifra que o connaisseur David Embury acha perfeita."

Nenhum comentário:

Postar um comentário