quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Café com Cravo, Canela e Leite de Coco

 
Café com cravo, canela e leite de coco. Como preparar...

          Mais uma experiência que fiz aqui em casa e que me pareceu muito boa. O leite de coco adiciona um toque aveludado à bebida e o cravo e a canela dão um sabor e um aroma sem iguais. Tendo a cafeteira francesa, esse estilo de cafeteira mostrado na foto, tudo torna-se muito simples de fazer. Quer saber como?
          Antes de tudo, coloque bastante água para ferver em uma chaleira. Depois, coloque uma pitada graúda de canela no fundo da cafeteira, mais uns 5 cravos (a precisão não é tão importante). Por cima disso, acrescente "uma derramada" de leite de coco, algo menor que 50ml (uma dose, para drinques). Quanto mais leite de coco, mais aveludada e suave a bebida lhe parecerá; porém, menos forte, em relação ao sabor do café. Enfim, quando a água ferver bem, derrame por sobre a mistura mágica e mexa por quase um minuto. Depois é só baixar o êmbolo, não esquecendo que se precisa pôr açúcar à gosto, depois de servido. Ah, e um conselho final: tenha paciência ao baixar o embolo, pois a canela e o leite de coco tornam um pouco mais difícil de se o baixar.
 
Desfrute!
Leandro.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Maus Hábitos Alimentares

Hoje passei no shopping para jantar. Novamente, olhei as filas dos restaurantes e lanchonetes e fiquei me perguntando veementemente: por que as pessoas preferem muito mais as redes de fast-food? Estava olhando a multidão de gente se amontoando em frente ao Mc Donald's. Por que não comer em um buffet bem diversificado e nutritivo? Tem muitos que são ruins também, mas tem outros que valem muito a pena. Por que preferir um copo de refrigerante de máquina a um de suco?

Quanto a mim, posso dizer que raramente peço um lanche desses e até digo que é gostoso. Quer dizer, não sou radical. Mas acredito que essas comidas não têm razão de ser preferidas, e o principal motivo é que não fazem bem à saúde. A função mais básica do ato de comer não é justamente o de fornecer os nutrientes necessários à vida? Sim. Ou seja, comer comidas que não realizam bem essa função é o mesmo que ter um problema de saúde e procurar atendimento com uma pessoa que não é entendida no assunto (um charlatão, por exemplo).

Como acreditava Stuart Mill (Utilitarismo), a vontade é suscetível ao hábito. Aplicando a esse exemplo, o hábito da má alimentação, desde a infância, acaba por despertar o desejo por essas comidas ruins. Veja como as crianças são levadas pelos pais até o Mc Donald's: como uma grande recompensa, como se aquilo fosse um manjar dos deuses. Além disso, o marketing se encarrega de pescar o público infantil com brinquedos de brinde, personagens temáticos. Qual criança que não acaba caindo nessas armadilhas? Portanto, da próxima vez que for ao shopping, lembre-se: não pode ser boa por si mesma uma comida que não seja nutricionalmente saudável.

sexta-feira, 23 de março de 2012

O Fim do Verão

           Mais um verão se foi de nossas vidas sem que pudéssemos aproveitar tudo o quanto pretendíamos. Antes fizemos planos. Porém, quando começamos a desfrutar do doce tempero do transcorrer do tempo, acabamos seguindo por um caminho desviante e, por fim, perdemo-nos...
           Queria eu ter ficado mais ao sol, observado mais o horizonte ou tomado mais um drinque refrescante sobre a areia. Queria eu ter escutado mais o silêncio, ter dito mais besteiras, feito mais brincadeiras. Se pudesse, faria tudo diferente, todavia, não posso. E, depois que tudo está chegando ao fim, depois que o tempo começa a esgotar-se e após o sol já perder parte de seu brilho – indicando, com isso, a chegada do outono – sabemos que não há nada mais que possamos fazer com o que restou. Somente nos restaram memórias. Memórias da estação.
           Mais um pedaço de tempo é cortado de nossas vidas, como se fosse parte de nossa própria carne, de nossa existência. E acabamos mergulhados em águas opacas, vendo tudo de forma deturpada. Conformados, seguimos em frente. Só nos resta esperar mais um ano.